Mostrando postagens com marcador Água. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Água. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Adote uma Nascente

     Em tempos de escassez dos recursos, tanto em quantidade, quanto em qualidade, surge o Projeto Adote uma Nascente.
     Tomou corpo no seio do colegiado supremo sobre o tema, na esfera administrativa do Município de Valença - RJ, o Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente - CONDEMA - VALENÇA.
     Ontem, 15 de julho de 2015, a partir das 19:00 horas ocorreu a primeira oficina do Adote uma Nascente. Ocorreu no auditório Raimundão, na Faculdade de Medicina de Valença.



   Estiveram presentes várias pessoas, tendo um público variado.
   Desde proprietários rurais, produtores familiares, estudantes,
militantes, personalidades políticas e movimentos da sociedade
organizada, por exemplo o MST.
   Alguns parceiros dos COROPÓS prestigiaram também o
evento. E em todo evento há a oxigenação do movimento
social, conhecemos novas pessoas com potenciais de ações
em agroecologia, florestamento ou educação ambiental.
mudas florestai

 

doação de mudas
EVENTO PARA QUE ADOTEM UMA NASCENTE
NÃO PODE FALTAR ALGUMAS MUDAS ARBÓREAS! 
LINDAS!
SEMEAMOS VIDAS!


coropós

coropós

Educação Ambiental

Educação Ambiental


coropós

Educação Ambiental
   As intervenções foram feitas pelo Presidente do CONDEMA-VALENÇA, o Engenheiro Florestal da EMATER-RJ, lotado em Valença, Sr. Felipe Conceição e pelo Engenheiro Florestal da Nova CEDAE , do Projeto Replantando Vida, um projeto realizado em parceria com a Secretaria de Administração Penitenciária e a Fundação Santa Cabrini.




Replantando Vida

Replantando Vida

Nova CEDAE - Replantando Vida
Educação Ambiental

coropós e parceiros

   Encontro de parceiros com o objetivo de ampliar ações sócio/ambientais!


Nossos parceiros/patrocinadores nesta empreitada:




  • Ambrózio Rações. No bairro São Francisco, Valença. Lá falarás com a Amanda, ou com o Alessandro (Leleco), ou ainda com a Marilene (Lena);
  • FUTURA INFORMÁTICA. No centro de Valença, equipamentos da tecnologia da Informação;
  • LUZAM Material Elétrico e Hidráulico em Geral. No bairro Água Fria. Materiais especiais para sua obra ou reforma;
  • Unimed Marquês de Valença. No bairro Benfica, cuidando de sua saúde, de você!
  • LAPAV, Laboratório de Patologia Clínica de Valença. Centro da cidade.
  • Posto de Serviços MURÃO, atendimento de qualidade. Produto de qualidade, BR PETROBRÁS. Destaque como Posto de Gasolina.





ASSOCIAÇÃO DE DEFESA AMBIENTAL COROPÓS PEDE PARA QUE VOCÊ CURTA ESSA POSTAGEM, COMENTE, COMPARTILHE, ISSO NOS AJUDARÁ MUITO!

SE HÁ POTENCIAL DE OUTRAS FORMAS DE AJUDAS, ESTAMOS TE AGUARDANDO! ENTRE EM CONTATO ATRAVÉS DOS EMAILS ABAIXO, COLOCANDO NO TÍTULO DO EMAIL: POTENCIAL PARCEIRO.
adacoropo@hotmail.com
doecoropos@gmail.com


quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Pacto pelo Rio Paraíba do Sul

Ontem, no auditório do IFRJ, campus de Volta Redonda, ocorreu uma reunião do Comitê de Bacia Hidrográfica do Médio Paraíba do Sul ao qual discutiu a conjuntura dos recursos hídricos.

Nosso Diretor Presidente, Professor Lucimauro Leite, esteve presente.
Para a atividade, conforme dizeres da Senhora Presidente, a Companheira Vera Lúcia, da ONG Nosso Vale Nossa Vida, informou que os 19 Prefeitos foram convocados para tal atividade, sendo somente computada a presença de representantes de 9 cidades, das 19 abrangentes. 

Com todos os considerandos, ficou claro que a escassez, motivo da solicitação do governo de São Paulo objetivando uma nova transposição de considerável volume do curso do Rio Paraíba do Sul para abastecimento da Região Metropolitana de São Paulo , também atinge a Bacia do Rio Paraíba do Sul. Conforme a apresentação do Diretor Executivo da Agência da Bacia do Rio Paraíba do Sul, o braço executivo do Comitê, nos diz que estamos em estiagem prolongada afetando a captação para abastecimento público e seus diversos modos de uso.
Nosso limite para uso está chegando ao extremo, poderemos também entrar no volume morto de nossos reservatórios, ao qual a qualidade, a potabilidade, da água será afetada.

AGEVAP


Paraíba do Sul

O Pacto pelo Rio Paraíba do Sul é uma proposta que os poderes municipais considerem o Programa de Recuperação Qualitativa e Quantitativa da Água como propursora de Políticas Públicas visando a melhor qualidade de vida das pessoas. Cita-se aqui as ações propostas:
- Coleta e tratamento de esgotos que leve a cobertura atual dos serviços para 80% de atendimento;
- Encerramento e remediação de todos os lixões;
- Redução das perdas nos sistemas de abastecimento público que tenham o rio Paraíba do sul e seus afluentes como manacial;
- Proteção e recuperação de manaciais;
- Construção de um "Pacto da Bacia" com estabelecimento de pontos de monitoramento e de controle de entrega e condições de fronteira, quantitativa e qualitativa;
- Restauração de matas ciliares em toda a bacia do Rio Paraíba do Sul;
- Proteção aos remanescentes florestais e campos de altitude serranos da bacia do rio Paraíba do Sul;
- Recuperação florestal de talvegues e sua proteção contra a entrada de gado;
- Restauração florestal que atinja pelo menos 10% do estado até 2020;
- Pagamento pro Serviços Ambientais que possam incentivar a proteção e a restauração de florestas privadas;
- Estabelecimento de controles efetivos nas ocupações de áreas de manaciais, incluindo recuperação ambiental das áreas de recarga;
- Conscientização em meios de comunicação de grande alcance, sobre o uso dos recursos hídricos com a necessidade imediata de se preservar nascentes e florestas.

Pacto pelo rio Paraíba do Sul
A proposta fora aceita e os representantes das administrações municipais presentes aderiram o Pacto. Moderou a mesa o Prefeito de Pinheiral, José Arimathéa, a Prefeita de Porto Real se fez presente, Senhora Maria Aparecida, a Cida, o Prefeito de Piraí Luiz Antonio compôs a mesa, o Vice-Prefeito de Volta Redonda, Carlos Roberto Paiva fora o outro poder constituído presente, além de secretários municipais, Anderson de Rio das Flores, Valdomiro de Barra do Piraí, a Comissão Ambiental Sul representada pelo Professor Délio Guerra, o INEA representado pelo Superintendente Regional Médio Paraíba do Sul, Senhor Sérgio. Também esteve presente a Procuradora Federal Doutora Marcela.

Pacto pelo rio Paraíba do Sul


A intervenção do COROPÓ fora a de observação de outro record alarmante: o de focos de incêndio florestais neste ano. Além de requerimento pedindo a inserção da Sociedade Cilvil Organizada no GT Especial ali criado. Que tem como foco a integração regional, o monitoramento e a junção das forças, porém o Senhor Arimathéa não contemplou a participação social, ao qual, necessitamos do controle social. Governança e Governabilidade Professor!!!

O evento teve a conbertura da TV Rio Sul, acesse o link abaixo:

http://g1.globo.com/rj/sul-do-rio-costa-verde/rjtv-2edicao/videos/t/edicoes/v/baixo-nivel-do-rio-paraiba-do-sul-e-tema-de-encontro-em-volta-redonda-rj/3761090/






quarta-feira, 17 de julho de 2013

Ameaçadas de Extinção

A lista de espécies ameaçadas em extinção é enorme no Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção Volume I e Volume II.

Aqui nos atemos a apresentar a lista das espécies aquáticas na baica do rio Paraíba do Sul, lista essa que fora estruturada através dos esforços dos parceiros-chave que dentre outras atribuições, empenharam-se na busca de mecanismos para implementação do Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Aquáticas Ameaçadas de Extinção da bacia do rio Paraíba do Sul (São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, totalizando 55.330 km²) aprovado pela Portaria ICMBio nº 131, de 14 de dezembro de 2010 do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade. Ficou definido de áreas prioritárias e a alavancagem de recursos financeiros.

É relevante destacar, ainda, a coordenação conjunta deste Plano, por parte dos centros do Instituto Chico Mendes: Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Peixes Continentais - CEPTA e Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Répteis e Anfíbios - RAN

Alguns deles:

Curimbatá

Piabanha

Piratininga-do-Sul

Surubim-do-Paraíba

Cascudo-leiteiro











A Piabanha, o Surubim-do-paraíba, o Lambari e o Cascudo-leiteiro são espécies que estão criticamente em perigo.

Os critérios pontuados para a espécie ser considerada guarda-chuva e que, portanto, seria espécie-alvo contemplada pelo Plano:

  • Estar ameaçada por fatores antrópicos;
  • Tamanho da espécie;
  • Explorar diferentes habitats/ambientes (calha, riachos, corredeiras, remansos, lagoas marginais, ilhas fluviais, mata ciliar);
  • Importância social;
  • Valor comercial X valor econômico;
  • Aspectos regionais;
  • Sensibilidade ecológica X conectividade da paisagem;
  • Migração;
  • Atributos biológicos;
  • Abordagens institucionais.
Paralelamente foram identificadas as principais ameaças a que estas espécies estão submetidas:
  • Planos de desenvolvimento;
  • Poluição (doméstica, industrial, agrícola);
  • Ocupação desordenada;
  • Esgoto;
  • Sobrepesca;
  • Falta de fiscalização;
  • Desmatamento;
  • Assoreamento;
  • Pescadores (seguro desemprego);
  • Extração mineral;
  • Barramentos;
  • Transposições;
  • Outorga;
  • Falta de informação;
  • Aquicultura (pesque-pagues)
  • Espécies introduzidas;
  • Repovoamento equivocados;
  • Legislação (condicionantes).

Camarão-gigante-africano

Cágado-de-hogei

Camarão-pedra

Pitu-verdadeiro

Dentre as 13 metas estabelecidas destacamos a segunda:

Estabelecimento de instrumentos de gestão voltados à recuperação da integridade da biota aquática, com ênfase nas espécies ameaçadas e/ou endêmicas da bacia do rio Paraíba do Sul, impactadas por barragens, em um prazo de 10 anos, com a adoção de 9 ações.

O que chamou a atenção é que já vão se fazer 3 anos da aprovação da portaria. Várias ações são consideradas prioridades.

Ação 1.6. Averiguar a eficiência e a necessidade de sistemas de transposição de peixes e quelônios em todas as hidrelétricas, atuais e futuras, da bacia do rio Paraíba do Sul - Articulador: Guilherme Souza (Projeto Piabanha) - Colaboradores: Fiperj, CESP, CEPTA/ICMBio, Projeto Piabanha, Inea, Museu Nacional/UFRJ, Labeco Peixes/UFRJ, Colônias (Z-2, Z-21 e outras) e associações de pescadores, Universidade de Mogi das Cruzes, Instituto de Pesca de São Paulo, MPA. Com prazo até dezembro de 2012, cuja prioridade não especificada com custo de R$ 150.000,00 com grau de dificuldade sobre a inexistência de uma linha de financiamento direcionado para essa finalidade e indicadores com número de sistemas de transposição instalados adequadamente, quando necessários.

Ação 2.7. Implantar ações mitigadoras em relação à migração da espécie Mesoclemmys hogei (Cágado-de-hogei) na bacia do rio Paraíba do Sul, conforme diagnóstico elaborado - Articulador: Marcos Coutinho (RAN/ICMBio) - Colaboradores: Fundação Biodiversitas, Secretarias Municipais de Meio Ambiente, Agricultura e Produção, CEPTA/ICMBio, CETESB, Miguel Ribon (IEF/MG), FURNAS, IBAMA, Guilherme Souza (Projeto Piabanha) Danilo Caneppele (CESP), associações de pescadores, Fiperj e Instituto de Pesca de São Paulo. Com prazo até dezembro de 2014, cuja prioridade é alta com custo não estimado e grau de dificuldade com a definição do tipo de ação mitigadora e obtenção de recursos financeiros e indicadores com número de barragens com ações mitigadoras implantadas.

Ação 2.9. Fiscalizar, mensalmente, o regime hídrico das barragens para verificar o cumprimento da lei em relação à vazão mínima (Q7-10), vazão reduzida, área de proteção e o controle de vazão escada ou do canal de transposição - Articulador: Michel Bastos (INEA/RJ) - Colaboradores: pesquisadores participantes do workshop, pescadores, polícia ambiental, INEA/RJ, SMA/SP/CETESB, Miguel Ribon (IEF/MG), secretarias municipais de meio ambiente, IBAMA. Ação contínua, cuja prioridade é média, custo não estimado e grau de dificuldade em relação à articulação interinstitucional (média) e indicadores de número de operações de fiscalização realizadas por barragem por ano.

Ação 6.4. Acionar, quando necessário, o Ministério Público para fazer cumprir o Plano de Recuperação de APPs, localizadas nas áreas relevantes para a conservação das espécies aquáticas ameaçadas da bacia do rio Paraíba do Sul - Articulador: Fernando Siqueira (APA/ICMBio) - Colaboradores: SOS Mata Atlântica, CEIVAP, Ministério Público. Ação contínua, cuja prioridade não foi especificada, com custo zero, porém tendo por dificuldade elencada a falta de tempo e indicadores o número de intimações realizadas pelo MP.


O Plano completo você encontra neste link do ICMBio.



quarta-feira, 10 de julho de 2013

Reconhecendo Valença

Durante o ano de 2009 a Associação de Defesa Ambiental COROPÓS executou, em parceria com a Escola Estadual Almirante Rodrigues e Silva - EEARS, na pessoa da Professora Andréia e com a Senhora Alessandra, Guia de Turismo no território.

Foram contempladas com o Projeto Reconhecendo Valença os estudantes dos terceiro e quarto ciclos do Ensino Fundamental.

Eles tiveram explicações na sala de aula sobre o que iriam reconhecer, onde iriam visitar e sua localização geográfica respectiva. 

Os locais de visitação foram: Área de Proteção Ambiental da Mata das Águas, Mirantes na Serra dos Mascates, Balneário da Cachoeira do Ronco D'água e o Parque Natural Municipal do Açude da Concórdia. Cada lugar com sua especificidade e característica histórica foi muito bem contemplado pelos estudantes, que recolheram informações e foram avaliados pela Docente em sala de aula.

A Área de Proteção da Mata das Águas é um ambiente úmido, arborizado, rico em fauna e flora, a poucos minutos do centro administrativo da cidade de Valença - RJ. Para se chegar ao local segue pela estrada do Mirante dos Mascates, em certa altura vira a esquerda e sobe em trilha íngreme, estreita e que tem que ter mais atenção, ultrapassando o topo do morro da Pedra Branca, seguindo para a estrada da Serra da Glória, ou estrada do Queijeiro. Por serem encontrados diversas espécies de aves ali é palco de inúmeras caçadas, crimes ambientais sob uma desculpa da ornamentação ou do entretenimento humano, diversas aves são capturadas ali. O nome desta mata pode ser atribuído por suas águas serem captadas e distribuídas para os moradores da Serra da Glória. Pode ser encontrado de brejos a um jardim de jabuticabeiras. Por já ser local de transito frequente durante séculos, o local sofre com a ação humana e com conflitos ambientais. Os conflitos prioritários de serem sanados é o caso dos caçadores, claro, e dos desportistas do motocross e do bicicross que abrem mais trilhas indiscriminadamente, o atrito do pneu com o solo causa erosão, pondo em risco todos que usam as trilhas e ronco dos motores assustam a biota.

Educação Ambiental na Serra dos Mascates

Trilhas na Serra dos Mascates

A Serra dos Mascates possui, opinião própria, diversos mirantes, porém é conhecido o Mirante do alto da serra, por conta dos desportistas voadores, os parapentistas e congeneres. Esses, é sabido, de suas ações de cultivo através do lanço: eles alçam voo e lançam sementes lá de cima. Cada vez mais acima nesta trilha desfruta-se de visão do horizonte a norte e oeste, observando em primeiro plano a região urbana de Valença, o vale do Rio das Flores, as Serras do Tonifel a norte e da Charneca mais a oeste e ao fundo subentende os vales dos rios Bonito e Preto e ao fundo, não simplesmente por ultimo, a belíssima Serra da Mantiqueira, já em terras mineiras.

Mirante na Serra dos Mascates
Mirante da Serra dos Mascates

No Balneário do Ronco D'água é explicado de onde nasce aquela água e seu destino. Este corpo hídrico é chamado de Rio das Flores e alimenta a cidade sede de Valença. Quando se fala isso o espanto e a curiosidade é instantânea. O Rio das Flores nasce na Serra São Manuel, no distrito de Ipiabas, em Barra do Piraí. Ele atravessa o território valenciano de sudeste a nordeste, recebendo as águas do Rio Bonito na tríplice fronteira valenciana, entre o distrito sede de Valença, o distrito de Pentagna em Valença e o distrito de Taboas na vizinha cidade de Rio das Flores. O Rio das Flores desemboca no Rio preto na localidade de Manuel Duarte, ainda na cidade de Rio das Flores. Ele é alimentado por diversas nascentes, sendo em sua margem esquerda as das Serras de Santa Tereza, da Charneca, do Tonifel e das Coroas, e em sua margem direita as das Serras da Concórdia, Mascates e Boa Vista, nesta ultima encontramos a localidade da Serra da Glória. Estes reconhecimento dos nomes dos lugares e dos lugares traz a tona entre os alunos a cultura de nosso povo, sua criatividade e considerações sobre as particularidades locais.

Ponte sobre o Rio das Flores

O Parque Natural Municipal do Açude da Concórdia - PANAMAC - é único e merece melhor atenção nossa. Aqui iremos atribuir informações referentes as aulas, deixando para um próximo texto descrever com mais clareza o local, suas trilhas e tantos atrativos ecoturísticos. Enquanto na sala de aula os alunos receberam explicações sobre o que é uma Unidade de Conservação, sua questão legal, sua utilização pública, científica, ecoturística e de educação ambiental, o que teríamos pela frente. Saímos sempre cedo da EEARS, por volta das 07:30 horas e passamos a manhã em campo. O motorista do ônibus escolar muito gentilmente nos deixa na metade do caminho da subida para o PANAMAC, já que na EEARS estávamos a pouco mais de 540 metros de altitude do mar, nas trilhas que margeiam o Açude da Concórdia estaríamos a cerca de 770 metros. Este açude alimentou Valença durante áureos tempos. Ali o sujeito discutindo e construindo uma visão da multiplicidade de vidas ali existentes, a harmonia aparentemente branda, a beleza cênica, o inimaginável da vida naquele açude, as histórias de pessoas dali, que já foram ali. Foram muito satisfatórios para ambas as partes do projeto, tanto os colaboradores da COROPÓS, para os alunos que tiveram oportunidade de um reconhecimento de forma diferente de muitas coisas que já ouviram falar produzindo de forma lúdica materiais de avaliação de forma complementar em seu conjunto de avaliações e para as professoras uma experiência pedagógica que serve tanto de forma acadêmica, quanto de proposta para futuras intervenções no Projeto Político Pedagógico da Unidade de Ensino.

Aula Mãe Terra

Educação Ambiental

Visão Sistêmica 

Parque Natural Municipal do Açude da Concórdia

Educação Ambiental COROPÓS








































Associação de Defesa Ambiental COROPÓS, o Projeto Reconhecendo Valença foi elaborado e proposto de forma voluntária pelos participantes da entidade em parceria com a Professora Claudia Andréia.
entre em contato conosco pelo email doecoropos@gmail.com





Abraço na Árvore

Certa vez um grupo de crianças abraçou uma árvore!

Fica marcado o abraço!

Educação Ambiental



É educação ambiental informal proporcionando sensibilização, mobilizando para a ação de uma autonomia do indivíduo enquanto sujeito, cidadão e em grupo transformando a sociedade.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Audiência Pública Saneamento em Valença

Está marcada para a próxima terça-feira, dia 26 de março, no Clube da Alegria, à Rua Benjamim Guimarães nº 191, centro de Valença - RJ, às 18:30h Audiência Pública: 




Plano Municipal de Saneamento Básico (PMSB)


Com a publicação da Lei n.º 11.445/2007, a Lei de Saneamento Básico, todas as prefeituras têm obrigação de elaborar seu Plano Municipal de Saneamento Básico (PMSB). Sem o PMSB, a partir de 2014, a Prefeitura não poderá receber recursos federais para projetos de saneamento básico.


O saneamento básico foi definido pela Lei n.º 11.445/2007 como o conjunto de serviços, infraestruturas e instalações operacionais relativo aos processos de:


a) abastecimento de água potável;
b) esgotamento sanitário;
c) manejo de resíduos sólidos;
d) drenagem e manejo das águas pluviais urbanas.


Ou seja, o PMSB deve abranger as quatro áreas, relacionadas entre si. O documento, após aprovado, torna-se instrumento estratégico de planejamento e de gestão participativa.


Elaborado pelos técnicos da Prefeitura, com o apoio da sociedade, o PMSB deve ser arovado em audiência pública. As audiências são o fórum de discussão da proposta da Prefeitura e para apresentação de sugestões e reivindicações.


Após as discussões com a comunidade, o PMSB deve ser apreciado pelos vereadores e aprovado pela Câmara Municipal.


Aprovado, o PMSB passa a ser a referência de desenvolvimento de cada município, estabelecidas as diretrizes para o saneamento básico e fixadas as metas de cobertura e atendimento com os serviços de água; coleta e tratamento do esgoto doméstico, limpeza urbana, coleta e destinação adequada do lixo urbano e drenagem e destino adequado das águas de chuva.






No site do CEIVAP tem o Plano de Recursos Hídricos da Bacia do Rio Paraíba do Sul, no link abaixo você vai encontrar nossa região. Este texto serve de base para o debate, boa leitura.